O amor? O amor que tanto é falado por nós, adolescentes e pelo resto do quotidiano? Sim, esse mesmo. Esse que nos causa dor, angustia e por vezes, até desespero. Que devemos dizer acerca do amor, que para alguns é um mundo, mas para muitos é uma espécie de "dor de cabeça"?
Esta situação é realmente engraçada, todos nós dizemos a palavra consagrada (amo-te), mas poucos sabemos explicá-la, e ainda menos a sentimos realmente. As pessoas brincam com o amor, brincam até com o próprio coração, entregando-o a outro alguém. Eu, por exemplo, estou sempre a brincar com o meu. Posso não chegar a entregá-lo por completo, no entanto há sempre grande parte que fica magoada. Eu fico magoada, eu estou magoada...
Estou assim por ele, porque ele quis explorar os limites comigo, mesmo sem promessas, cativou-me. Cativou-me com o seu sorriso, com a sua simples maneira de ser e com o seu puro toque. Não sei se o fez com intenção, ou simplesmente aconteceu. Não sei se tudo não passou de uma ilusão... Estou aqui e continuo-me a perguntar se os "bons momentos" que tivemos, foram verdadeiramente bons ou se com o decorrer do tempo, passaram a maus. Sinto-me dividida, não sei para onde me virar. Estou sem forças, já não sei em quem acreditar. No entanto, de um coisa tenho a certeza, tal como um dia lhe disse, continuo a pensar: "não foste apenas mais um, foste especial".
Se o conseguisse olhar no nos dir-lhe-ia "obrigada", pois apesar de todos os "ses", fez-me sorrir como já hà muito ninguém o conseguia fazer. Mesmo assim, sem saberes, digo-te: isto não é uma despedida, é somente mais um desabafo...
p.s. - se pudesse, acredita que repetia (quase) tudo.
Beatriz Santos
18 Janeiro 2011

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