Desta vez não recorro a nomes, recorro apenas a memórias. Às memórias que representam os momentos que contigo passei, a tudo o que nunca te neguei, ao mundo que te dei...o meu mundo. Mostrei-to de uma ponta à outra, sem qualquer hesitação, mostrei-te tudo o que nunca ninguém tinha conhecido (da minha parte). Poderia-te atirar todos os teus erros à cara, mas não o faço, pois não sou assim. Posso ter muita vontade de o fazer, mas controlo-me e limito-me apenas ao silêncio, à solidão. Limito-me apenas a ficar, aqui, no meu canto...sem ninguém, até mesmo sem ti. Prefiro ficar sossegada a cometer erros terríveis, que só nos iriam prejudicar (ainda mais). No entanto, a verdade é que preciso de ti. Ao longo do tempo, não sabendo bem como, tornaste-te no topo. “Num abrir e num piscar de olhos”, tornaste-te em alguém diferente e impossível de substituir. Bem que posso tentar, posso até percorrer mundos e mover montanhas, mas tu terás sempre o teu lugar comigo. Nunca te esqueças do que és, ou de quem foste, pois tudo foi sincero. Acredita em mim, não te falhei, não fui a tua tal “maior desilusão”...

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